— Nem são suas… — desdenhou ele ao ouvir minhas palavras.
— Bem sei, parece comum mesmo.
Uma pausa breve, de quem esconde a decepção
— Tão comum como essas histórias que se chamam Solange, Maria, João ou Rafael… — o tom agora mais firme, quase defensivo.
Depois, entre um suspiro e um olhar carinhoso, deixou a última frase cair:
— Mas essa aqui… Essa aqui carrega seu nome.